Amar você
pura e simplesmente
como uma criança
quando tudo é novidade
Amar intensamente
Amor e amar
pura e simplesmente
como uma criança
quando tudo é novidade
Amar intensamente
Amor e amar
domingo, 26 de setembro de 2010
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Comentário poético

Alças voos em cores
Asas abertas em sonhos
Multi coloridos destinos
Nas asas dessa borboleta
Pousas flores e doces
Beijos que buscas nelas
Flores lindas singelas
Em breve tempo de vida
Asas abertas em sonhos
Multi coloridos destinos
Nas asas dessa borboleta
Pousas flores e doces
Beijos que buscas nelas
Flores lindas singelas
Em breve tempo de vida
Este é um comentário poético de Antonio Campos, meu incentivador e amigo mais que especial.
Como sempre seus comentários são lindos gentis e super construtivos. Por isso, é muito mais que uma honra postá-lo aqui. (in memorian)
Como sempre seus comentários são lindos gentis e super construtivos. Por isso, é muito mais que uma honra postá-lo aqui. (in memorian)
quarta-feira, 12 de maio de 2010
Tempos de outrora...Sinto falta...

Tempos de outrora... Sinto falta...
Das coisas simples,
Das coisas simples,
Em que se apascentava a explosão de sonhos e sentimentos, nos simples gestos.
O sentir da grama verde molhada pelo orvalho sob os pés.
O exibir da florzinha no cabelo roubada do jardim da vizinha.
O som das águas da cachoeira batendo sobre as pedras.
A brincadeira de pega, correndo por entre o mato rasteiro do campo.
O gosto doce da fruta, fresca degustada ao pé da árvore.
O sorriso cabisbaixo, no corar da face da menina tímida.
O toque trémulo das mãos suadas de paixão.
O contar das horas sobre a janela, à espera da linda moça passar.
O estalar dos olhos, as batidas alvoroçadas do coração ao encanto de um primeiro beijo.
E agora essas horas frias, corridas, perdidas ao descompasso.
Que de sonhos, tornam-se ilusões e devaneios.
O sentir da grama verde molhada pelo orvalho sob os pés.
O exibir da florzinha no cabelo roubada do jardim da vizinha.
O som das águas da cachoeira batendo sobre as pedras.
A brincadeira de pega, correndo por entre o mato rasteiro do campo.
O gosto doce da fruta, fresca degustada ao pé da árvore.
O sorriso cabisbaixo, no corar da face da menina tímida.
O toque trémulo das mãos suadas de paixão.
O contar das horas sobre a janela, à espera da linda moça passar.
O estalar dos olhos, as batidas alvoroçadas do coração ao encanto de um primeiro beijo.
E agora essas horas frias, corridas, perdidas ao descompasso.
Que de sonhos, tornam-se ilusões e devaneios.
domingo, 9 de maio de 2010
Feliz dia das Mães! Parabéns à todas nós!

Mãe sentir parte de você, que alimenta
Sentir teu braço forte que segura
Tuas mãos que acalenta
Mãe meu ponto de chegada
Onde deixaste que Deus por nove meses fizeste de ti minha morada
Mãe meu ponto de partida
Por onde desgarrada do teu ventre com lágrimas nos olhos
Me deixaste seguir minha vida
Mãe sei que mesmo quando teus braços cansados não mais puderem me segurar
Mesmo com tua voz frágil, não mais puder pra vida me preparar
Estarei segura nos braços dos teus ensinamentos
Estarei preparada com a voz dos teus exemplos
Mãe amiga
Dom de Deus
Rocha viva
Segurando o mar e as tempestades da vida
Te amo
Hoje
Amanhã
E ainda quando não houver corpo
Estarei te amando em alma
Sentir teu braço forte que segura
Tuas mãos que acalenta
Mãe meu ponto de chegada
Onde deixaste que Deus por nove meses fizeste de ti minha morada
Mãe meu ponto de partida
Por onde desgarrada do teu ventre com lágrimas nos olhos
Me deixaste seguir minha vida
Mãe sei que mesmo quando teus braços cansados não mais puderem me segurar
Mesmo com tua voz frágil, não mais puder pra vida me preparar
Estarei segura nos braços dos teus ensinamentos
Estarei preparada com a voz dos teus exemplos
Mãe amiga
Dom de Deus
Rocha viva
Segurando o mar e as tempestades da vida
Te amo
Hoje
Amanhã
E ainda quando não houver corpo
Estarei te amando em alma
Eternamente
Mãe
Mãe
sábado, 1 de maio de 2010
Oceano Nox (Minha homenagem ao mar)
Junto do mar, que erguia gravemente
A trágica voz rouca, enquanto o vento
Passava como o voo dum pensamento
Que busca e hesita, inquieto e intermitente,
Junto do mar sentei-me tristemente,
Olhando o céu pesado e nevoento,
E interroguei, cismando, esse lamento
Que saía das coisas, vagamente...
Que inquieto desejo vos tortura,
Seres elementares, força obscura?
Em volta de que ideia gravitais?
Mas na imensa extensão, onde se esconde
O Inconsciente imortal, só me responde
Um bramido, um queixume, e nada mais...
A trágica voz rouca, enquanto o vento
Passava como o voo dum pensamento
Que busca e hesita, inquieto e intermitente,
Junto do mar sentei-me tristemente,
Olhando o céu pesado e nevoento,
E interroguei, cismando, esse lamento
Que saía das coisas, vagamente...
Que inquieto desejo vos tortura,
Seres elementares, força obscura?
Em volta de que ideia gravitais?
Mas na imensa extensão, onde se esconde
O Inconsciente imortal, só me responde
Um bramido, um queixume, e nada mais...
Antero de Quental
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Mar...
Quão grande é a paz que vem de ti
O silêncio no chiado do mar
A doce melodia das gaivotas sobre teu céu a voar
As embarcações que em ti fazem pouso
Um sorriso em meus lábios
Que nos olhos misturam-se ao choro
Impávido gosto do sal que na boca escorre doce
Ao meu intento torná-lo tangível em todo tempo
Sobre o pináculo de tua grandeza minha alma paira em sentinela
A contemplar ao infinito primor de tua beleza
Mar...
Que ao desdém de mim
E deste meu coração soprano
Ao som manso de tuas águas
Sejam sinfónicos à esta paz tão desejada
Que à brandura cordial de minhas palavras
Esquecidas no tempo
Traga-me blandícias e acalento
Após o sublevar de tuas ondas fluídas no vento
Mar...
Em tua bravura fria me entrego
Entre a soledade amarga da minha dor
E a tua tranquila verdade
felicidade
À margem me deleito
descanço
Porto*
O silêncio no chiado do mar
A doce melodia das gaivotas sobre teu céu a voar
As embarcações que em ti fazem pouso
Um sorriso em meus lábios
Que nos olhos misturam-se ao choro
Impávido gosto do sal que na boca escorre doce
Ao meu intento torná-lo tangível em todo tempo
Sobre o pináculo de tua grandeza minha alma paira em sentinela
A contemplar ao infinito primor de tua beleza
Mar...
Que ao desdém de mim
E deste meu coração soprano
Ao som manso de tuas águas
Sejam sinfónicos à esta paz tão desejada
Que à brandura cordial de minhas palavras
Esquecidas no tempo
Traga-me blandícias e acalento
Após o sublevar de tuas ondas fluídas no vento
Mar...
Em tua bravura fria me entrego
Entre a soledade amarga da minha dor
E a tua tranquila verdade
felicidade
À margem me deleito
descanço
Porto*
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