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quando tudo é novidade

Amar intensamente

Amor e amar




Linda história e inesquecível...
O sol e a Lua

Inesquecível...O Sol e a Lua...

quinta-feira, 29 de abril de 2010

Mar...


Quão grande é a paz que vem de ti
O silêncio no chiado do mar
A doce melodia das gaivotas sobre teu céu a voar
As embarcações que em ti fazem pouso
Um sorriso em meus lábios
Que nos olhos misturam-se ao choro
Impávido gosto do sal que na boca escorre doce
Ao meu intento torná-lo tangível em todo tempo
Sobre o pináculo de tua grandeza minha alma paira em sentinela
A contemplar ao infinito primor de tua beleza
Mar...
Que ao desdém de mim
E deste meu coração soprano
Ao som manso de tuas águas
Sejam sinfónicos à esta paz tão desejada
Que à brandura cordial de minhas palavras
Esquecidas no tempo
Traga-me blandícias e acalento
Após o sublevar de tuas ondas fluídas no vento
Mar...
Em tua bravura fria me entrego
Entre a soledade amarga da minha dor
E a tua tranquila verdade
felicidade

À margem me deleito
descanço


Porto*

terça-feira, 20 de abril de 2010

quinta-feira, 15 de abril de 2010

quarta-feira, 14 de abril de 2010

sábado, 10 de abril de 2010

As formas do "Amor"





Há muitas formas de amar...
Há amores que se falam em silêncio, apenas por um olhar, um sorriso, um gesto.
Ou apenas um sinal e cremos.
Muitos perduram mesmo após a morte nos corações de quem tanto se amou.
Se tornam inesquecíveis doces lembranças.
Outros usam desta palavra tão pura que é o "Amor" para justificar suas atitudes e inseguranças.
Se tornam em inesquecíveis mágoas que perduram em corações rancorosos.
Por um orgulho bobo mesmo que pelo sim ou pelo não nossos ouvidos insistem em ouvir o suave som do "Eu amo você", mesmo que a boca fale e o coração não sinta. Afinal não podemos dizer do que se passa a fundo nos corações alheios. Disse Jesus: " O coração é enganoso" nele habita o orgulho, tanto a verdade quanto a mentira.
Todos nós nascemos com o dom do amor para varias formas de amarmos e sermos amados. Mas pouco nos damos a este dom e o usamos de forma errónea.
Por vezes idealizamos possibilidades para substituir a falta de amor do outro com amor dobrado, ou seja amarmos por dois. Outras vezes nos acomodamos com o muito gostar do outro e achamos que ja é de bom tamanho sentir carinho, costume ou apenas atração, ou seja tudo se resolve no quarto entre quatro paredes. Por não percebermos ou fingirmos não perceber, nos definhamos vivendo desta forma. Bem lá no fundo fica um vazio de insatisfação.
Não há covardia em erguer a bandeira branca para o amor, quando são derribadas todas as muralhas de um coração de pedra. Pois pode ser após uma grande guerra interior que os ouvidos se sensibilizam a ouvir o suave toque do amor, quando ele nos bater à porta.
Rendermos e abrirmos verdadeiramente o coração para o amor e falarmos dele sem medo, das angustias e insatisfações. Nos entregarmos ao que vale a pena ou termos a coragem de afastar Àquilo que nos fazem mal, e que devido as circunstâncias nos segam a ponto de tomarmos atitudes que fogem daquilo que verdadeiramente somos. Esta é a maior luta a ser vencida.
Afinal todos nós somos anjos, mas o que nos faz difente dos celestiais é justamente as possibilidades que nos foram dadas para o amor e a forma com que usamos este dom.




sexta-feira, 9 de abril de 2010

1 Coríntios 13 - Sobre o amor






1 Ainda que eu falasse as línguas dos homens e dos anjos, e não tivesse amor, seria como o metal que soa ou como o címbalo que retine.2 E ainda que tivesse o dom de profecia, e conhecesse todos os mistérios e toda a ciência, e ainda que tivesse toda fé, de maneira tal que transportasse os montes, e não tivesse amor, nada seria.3 E ainda que distribuísse todos os meus bens para sustento dos pobres, e ainda que entregasse o meu corpo para ser queimado, e não tivesse amor, nada disso me aproveitaria.4 O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não se vangloria, não se ensoberbece,5 não se porta inconvenientemente, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não suspeita mal;6 não se regozija com a injustiça, mas se regozija com a verdade;7 tudo sofre, tudo crê, tudo espera, tudo suporta.8 O amor jamais acaba; mas havendo profecias, serão aniquiladas; havendo línguas, cessarão; havendo ciência, desaparecerá;9 porque, em parte conhecemos, e em parte profetizamos;10 mas, quando vier o que é perfeito, então o que é em parte será aniquilado.11 Quando eu era menino, pensava como menino; mas, logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino.12 Porque agora vemos como por espelho, em enigma, mas então veremos face a face; agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente, como também sou plenamente conhecido.13 Agora, pois, permanecem a fé, a esperança, o amor, estes três; mas o maior destes é o amor.
Apóstolo Paulo