Para ouvir (Aperte play)

Amar você

pura e simplesmente

como uma criança

quando tudo é novidade

Amar intensamente

Amor e amar




Linda história e inesquecível...
O sol e a Lua

Inesquecível...O Sol e a Lua...

terça-feira, 30 de agosto de 2011





















Por que amar da trabalho...
Mas é tão bommm...

C♥rinho
H♥mem
M♥lher

(morinho... morinho...)

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Presença


Quando existe sensibilidade, tanto a alegria ou o pranto é um momento de se ouvir, compartilhar.
Sendo que um simples gesto pode devolver um lindo sorriso.
É constrangedor quando sentimos vergonha do nosso pranto perante aquele que o ouve, é como um eco perdendo-se em labirintos.
Não tem que haver culpa, nem vergonha quando uma tristeza ou alegria quer desprender-se da face, mas há momentos em que nos sentimos assim, constrangidos e culpados. Por sermos poucos acolhidos quando demonstramos nossa fragilidades e de que somos seres humanos e que temos momentos ruins que precisamos de um ombro, de uma palavra. Ou simplesmente uma presença.
A sensibilidade de saber ouvir não esta no coração de todos.
Pois ela nasce da nossa alma, não há como fingi-la.
Esta no olhar que se vê, no toque sensível, na voz, no carinho.
Ou apenas no fato de se fazer presente.
Sei o quanto é grande a sua experiência e que poderia dizer mil coisas.
Me dar um conselho... Mas como dizer de algo que não sabia ao menos o por quê.
Então sem maiores perguntas você se fez presente e aquela lágrima tornou-se água doce, lavando a face.
E o soluço escondeu-se por detrás do terno branco e do vestidinho de camponesa que me contastes.
Eu lhe pedi no meio da praça, sentada no banco em meio as lágrimas, na noite fria de solidão, para que apenas me trouxesse uma história que me fizesse sorrir.
E me trouxestes mais que uma história... A tua companhia.
Então eu não estava mais sozinha, havia uma alma sensível, amiga, e do meu lado ouvindo junto em silêncio o ruido de uma lágrima cair... Um sorriso se abrir.



sábado, 13 de agosto de 2011

Pai eu te amo tanto...



Nesse vem e vai que a vida me castiga
Me ensina...
Uma tristeza trago comigo
De saber que não te terei ao meu lado por toda vida
Mas em meu coração terei sempre uma certeza
Amigo em todos os momentos
Que me repreende e me abraça
Velho de guerra...
Só você... meu pai

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Trinta e tantos...


Eu aprendo...

Não é por falta de inspiração que não devo postar uma poesia hoje. É que vou tentar falar um pouco sobre ter trinta e tantos anos.

Eu poderia dizer que aprendi, mas não é apenas isso que quero dizer. Então vou escrevendo para ver o que dá...

É engraçado, que às vezes rio sozinha. Eu e minhas caraminholas... Mania de analisar tudo e pode ter certeza que sou a primeira da lista. E mesmo assim cometo um monte de besteiras com esse meu jeito atrapalhado.

Me lembro que aos quinze anos de idade, eu fazia uma ideia muito diferente do que era passar dos trinta.

Ah meus quinze anos... Fase interessante, em que tudo parece possível, até as mais absurdas imaginações, confesso sempre ter tido a imaginação muito fértil, ela quase tinha vida própria. Eram sonhos aveludados de inocência.

Quando me imaginava com o tal dos “trinta”, o que passava pela minha cabeça, estar casada, ter filho da minha idade e quem sabe até netos. Estar no final de tarde sentada na minha cadeira de área fazendo um tricozinho, alguns bordados. Como já diz tudo acima, imaginava que aos trinta, seria uma quase que idosa. Já realizada, com os pés bem fincados no chão.

Bom, para minha decepção ou não, os trinta me chegaram, e sabe quando aquela ruguinha começa a te incomodar? Pois é, mas não é apenas isso. Por que estética dá-se um jeito. O pior é chegar a essa idade e perceber que você não muda drasticamente, ao ponto de se transformar em outra pessoa, apesar das decepcionantes rugas refrescarem a memória todos os dias diante do espelho, de que o tempo passa.

Às vezes me pego a pensar e analisar algumas situações, então percebo que os quinze anos reina vez em quando. Não que isto seja totalmente ruim, afinal tudo conta como experiência, mas confesso alguns arrependimentos.

Eu aprendo...

Chegando aos trinta, conheci o mundo virtual, olhei o mundo da minha janela de computador. Algumas situações me entristeceram, indiretamente magoei e me magoei também. Mas passada a tempestade estou bem.

Por outro lado tive experiências boas, me encontrei na essência da poesia, pude colocar ao mundo frustrações e alegrias em forma de poesia, encontrei pessoas bacanas nesse caminho. Pude enxergar o quanto era pequeno o mundo em que eu vivia. Então me desfiz da promessa feita.

Viajei, conquistei com meus próprios méritos um espaço para fazer o que gosto e com isso meu sustento.

Passei férias com as primas, e foram os dias mais incríveis que já tivemos. Fizemos tatuagens iguais, selando assim amizade eterna. Imaginem só...Coloquei piercing!

E o mais incrível, a vida se encarregou de me trazer numa caixinha de surpresa meu reencontro com meus quinze anos nos olhos de um antigo e grande amor. Ouvi quietinha com os ouvidos do coração, e o mal entendido desfeito, perdoei. E digo que isto é uma dádiva e faz tão bem.

Tomei cerveja e fiquei bêbada e com isso descobri que choro e sorrio ao mesmo tempo fazendo as pessoas rirem ainda mais, porque nem assim deixo de ser chorona e risonha.

Soube o que é dor ao sentir o que é saudade de verdade. Tive ódio e amor ao mesmo tempo. Disse "Nunca mais" e voltei atrás.

Fui apresentada ao meu próprio corpo e com muito prazer me tornei mais mulher.

Me vesti, me maquiei, e me senti viva. Dancei e paguei mico ao perceber que "Discoteca" hoje é "boate".

Cortei os cabelos compridos, tingi pela necessidade de cobrir os primeiros fios brancos.

Retomei aulas de violão, e vejo que a poesia cantada é simplesmente linda, esta na minha alma.

Conheci a minha raiz poética, e lembrei ainda mais da minha adolescência, do livro roubado da biblioteca, que travessura! Das horas que passei lendo e tentando entender aquelas frases que falavam tanto de mim. Fiquei imensamente feliz em saber que ela esta viva, nunca a procurei, mas ela me encontrou, e me ensina com sua delicadeza, quando toca, quando canta, quando fala a mesma língua. Que homens também podem ser sensíveis e nem por isso deixar de ser homem. Quando me faz perceber que o minha simplicidade e a minha gentileza, pode tudo transformar e somar grandes amizades. Que escrever não é futilidade, mas ainda não da pra ser minha prioridade.

Aprendo a ser melhor mãe, filha, amiga, apaixonada pela vida, por mim e por tudo que me rodeia.

Confesso que ter trinta anos, não é ser outra pessoa e nem precisa ser assim. De vez em quando os "quinze anos" me atormentam, mas eu paro, penso e digo "Você não é mais nenhuma adolescente!" rs

E por outro lado, também faz bem porque percebemos que com a idade adquirimos experiência, mas de verdade! Não deixamos de sonhar. Os desejos e sonhos não envelhecem.

Para ser feliz não tem idade se o coração pulsa forte dentro do peito.

Assim e desse jeito quero ter meus quinze anos, nos trinta e tantos, sessenta e tantos, cento e tantos...Ops! Ou até quando não mais puder o coração sustentar essa eterna menina.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Restos...




Não, não são as mãos que batem à porta
Ou a voz que grita
É o vento frio que geme em meio ao silêncio delongado
As horas são quietas
O nome... emudecido...
Qual a primeira letra...
Qual a rima...
Ela vagueia por entre as folhas
Atrás da porta que o silêncio batia...
Na voz fugidia que não saia...
No canto branco da folha..
Que de tão só...
morreu fria e vazia








"Quando não há ouvidos, nem paixão, nem correntes de atroz.
Então vagos laços de cetim afrouxam-se. Dispo-me...
Emudeço, deito sob o telhado céu, então quietinha ouço os sussurros do coração."

segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Registros especiais - Lampejos poéticos


Quero apenas que através das poesias e rimas me leve a esquecer as asperezas desse mundo muitas vezes sombrio e triste.
Às vezes quando abre o seu blogger, fica a olhar a tela e perguntando a si mesmo...
o que postar... o que falar... o que transmitir aos que te seguem...
Pois bem, diga e transmita tão somente o que possui no momento.
E se o momento for de vazio. Poste em letras garrafais... apenas VAZIO...
Poderia escrever mais... Poderia dizer como compartilhar momentos de euforia... de tristezas... de alegrias... de êxtase...
De inúmeras formas e maneiras de vida, mas irei conter-me...
Irei apenas explicitar minha vontade de que quando queremos dizer algo... digamos o que sentimos naquele momento.
(frases suas... CH.)
Momentos especiais...