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O sol e a Lua

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quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Presença


Quando existe sensibilidade, tanto a alegria ou o pranto é um momento de se ouvir, compartilhar.
Sendo que um simples gesto pode devolver um lindo sorriso.
É constrangedor quando sentimos vergonha do nosso pranto perante aquele que o ouve, é como um eco perdendo-se em labirintos.
Não tem que haver culpa, nem vergonha quando uma tristeza ou alegria quer desprender-se da face, mas há momentos em que nos sentimos assim, constrangidos e culpados. Por sermos poucos acolhidos quando demonstramos nossa fragilidades e de que somos seres humanos e que temos momentos ruins que precisamos de um ombro, de uma palavra. Ou simplesmente uma presença.
A sensibilidade de saber ouvir não esta no coração de todos.
Pois ela nasce da nossa alma, não há como fingi-la.
Esta no olhar que se vê, no toque sensível, na voz, no carinho.
Ou apenas no fato de se fazer presente.
Sei o quanto é grande a sua experiência e que poderia dizer mil coisas.
Me dar um conselho... Mas como dizer de algo que não sabia ao menos o por quê.
Então sem maiores perguntas você se fez presente e aquela lágrima tornou-se água doce, lavando a face.
E o soluço escondeu-se por detrás do terno branco e do vestidinho de camponesa que me contastes.
Eu lhe pedi no meio da praça, sentada no banco em meio as lágrimas, na noite fria de solidão, para que apenas me trouxesse uma história que me fizesse sorrir.
E me trouxestes mais que uma história... A tua companhia.
Então eu não estava mais sozinha, havia uma alma sensível, amiga, e do meu lado ouvindo junto em silêncio o ruido de uma lágrima cair... Um sorriso se abrir.



Um comentário:

  1. Que sua presença sempre nos brinde com momentos lindos como esse. Um abraço grato pela visita.

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